Relatório de estágio supervisionado: Getsão Escolar
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Relatório de estágio supervisionado: Getsão Escolar

FACINTER
2008

 

 

 

Trabalho apresentado à disciplina de Estágio Supervisionado: Gestão Escolar, no Curso de Pedagogia a Distância da Faculdade Internacional de Curitiba – FACINTER.

Profª. (nome do orientador)

 

Sumário

Introdução
Definição da Instituição Estagiada
Caracterização da Instituição
Avaliação
Considerações Finais
Referências

 

Introdução

Ao realizar a observação na Escola Estadual Rui Barbosa, observamos a escola e seu espaço físico, os assessores, Ensino Fundamental e Médio. Observamos que os objetivos da Escola Estadual Rui Barbosa é formar cidades conscientes, através da aquisição de habilidades e conhecimentos que são indispensáveis ao exercício ativo e critico da cidadania, na vida cultural, política, social e religiosa e no mundo do trabalho, conforme princípios e disposições da legislação vigente, segundo a qual o aluno deve permanecer na escola com sucesso. Elevando a auto-estima de modo a fazer, compreender-lhes as necessidades mais proeminentes, estimulá-los nos estudos incentivando-os a estabelecerem metas para as suas vidas. A Escola Estadual Rui Barbosa está trabalhando na conscientização e em estimular todos os educadores para combater a evasão e a repetência, a mesma tem o objetivo de estabelecer novas práticas pedagógicas situadas dentro da realidade com projetos, dinâmicas, estudos e reflexões conscientizando o aluno da importância da escola no seu desenvolvimento pessoal e pro fissionai.

A metodologia utilizada durante o estágio de Gestão Escolar, foram às visitas na escola, conversa com os funcionários, principalmente coordenador e diretor, consulta ao PPP e regime Escolar, observamos a adaptação do currículo, a forma de avaliação, a metodologia aplicada no planejamento da escola, observamos o investimento e financiamento.

Os itens trabalhados no relatório foram à identificação da instituição onde observamos a localização da escola a estrutura administrativa e pedagógica, o horário de funcionamento, pois a mesma funciona os três horários o nível de atendimento a Escola Rui Barbosa e o ensino fundamental e médio e o projeto EJA. Conhecemos o histórico da instituição como surgiu a escola, conhecemos o número de alunos, a estrutura física, onde a mesma tem boas condições de funcionamento, os problemas da comunidade que influencia na organização da escola.

A escola trabalha em parceria com a comunidade, a mesma trabalha com relação em atendimento ao aluno para que eles possa ter um bom rendimento.

 

Definição da Instituição Estagiada

A Escola Estadual Rui Barbosa, sediada a praça Dr. CAMPELO DE Almeida, nº 01 município de Anadia Alagoas CEP: 57660-000, Fone: 3277-1294. É uma instituição própria de educação escolar, pertencente à rede de ensino oficial do estado mantida pelo governador do Estado de Alagoas e subordinada técnica e administrativa a Secretaria Executiva de Educação – SEE / MEC / FNDE / UNEX sob a jurisdição da coordenadoria Regional de Ensino – CRE, 2ª com se do município de São Miguel dos Campos, tendo como equipe Técnica – pedagógica a diretora Maria do Carmo B. da Costa de Melo, Vice-diretora Maria das Dores de Lima Palmeira, coordenadores pedagógicos – Margarida Elias Nobre de França e Maria Aparecida Silva Santos.

A Escola Estadual Rui Barbosa funciona em regime de externato com os cursos de Educação Básica, especificamente nas etapas do Ensino Fundamental e Médio, e o projeto saber de acordo com a Legislação vigente, normas e instruções expedidas pelo conselho nacional e estadual de educação. O horário de funcionamento compreende os três turnos: matutino das 7:10 às 12:00 hs; vespertino das 12:15 às 17:00 hs; noturno das 19:00 às 22:00 hs.

 

Caracterização da Instituição

Segundo as transcrições da Ata da Fundação, a Escola Estadual Rui Barbosa foi criada aos cinco dias do mês de Maio de 1937, às 10 horas foi inaugurada como “Grupo Escolar Rui Barbosa, prestando assim, uma grande homenagem ao estadista baiano considerado águia de Maia”, por sua inteligência exposta na conferência de Maia, representando tão bem o nosso país na época, e, pensando que, na área educacional, um nome deste porte, impressionaria os alunos e os estimularia a crescerem intelectualmente.

Estavam presentes na cerimônia inaugural, muitas pessoas importantes e as autoridades: 1ª Diretora Euthalia Lopes Barbosa, o prefeito José Barbosa Gomes, o presidente da Câmara de vereadores Manoel Domingues Santos, o Pe. Epaminondas Bonfim, o prof. Diógenes Aranda, um exímio orador, o Inspetor Geral do Ensino primário, o Sr. José César Sobrinho e o Sr. Governador do Estado Dr. Osmam Loureiro. Após o cerimonial houve almoço, festa de confraternização, bandas fanfarras, e baile com a orquestra filarmônia que havia no município naquela ocasião.

AD – Euthalia permaneceu dirigindo de 1942 à 1944, criando assim, a cada ano, uma série primária; logo foi substituída por Lídia Pedrosa Navaro até 1945; esta foi substituída também por Onélia de Araújo Porto até 1956 passado o cargo para Maria Cardoso de Oliveira Marques até 1965, transferindo para Maria José Carneiro de Araújo até 1972 sendo substituída por Maria Salete Lira de Oliveira.

Em 1973, teve como diretora Josefa Dilza Teixeira e Silva que logo foi substituída por Bernadete Claudino Silva Cavalcante Pinto em 1974 até 1988, começando uma nova era na educação oficial em Anadia, porque durante sua gestão foi ampliado o Ensino Fundamental, passando a funcionar o 1º grau maior com a 5ª série em 1980, a 6ª em 1981, a 7ª em 1982 e a 8ª em 1983. Ela também implantou com a ajuda do então secretario de Educação prof. José Medeiros e dos prefeitos Adelmo Teixeira Rocha e Manoel Breno Barros o 2º grau em 1984, sendo reconhecido oficialmente pelo decreto nº 33, 1221 de 31/08/1988 do diário nº 166 de 01/09/1988 do Sr. Governador do estado. Daí, a escola passou a se chamar. “Escola de 1º e 2º Graus Rui Barbosa”, cujo registro no MEC é 27041212 desde 01/09/2000.

Em 1998, por motivo de saúde, afastou-se do cargo, passando a assumir o mesmo a profª. Marlene Farias Costa Freire que continuou até 1994, assumindo por 06 meses a profª. Catarina Maria Cavalcante Vieira, mas esta logo em seguida devolveu o cargo a Marlene Farias até que ela aposentasse. Saindo aposentada, ela entregou a direção à profª Ângela Canuto Porto Palmeira até 1995 quando a Escola apresentou baixo índice de matrículas, ensino desmotivado, ausência de todo e qualquer recurso financeiro e didático – pedagógico, nem material de limpeza havia, um verdadeiro caos.

Neste mesmo ano assumiu o cargo de direção a profª Margarida Elias Nobre de França, a qual tentou levantar recursos para que a escola sobrevivesse e pudesse reassumir as verdadeiras funções. Mas em 1996, na gestão do Governador, Divaldo Suruagy houve o programa de Denuissão Voluntaria C PDVS, para os funcionários do quadro estadual que consegui desmoronar toda a rede educacional.

A direção da escola, nas pessoas da diretora Margarida Nobre, da diretora Adjunta Maria José Batista Vilela e da supervisora Nancy de Castro Silva pediu auxilio a comunidade obtendo como resposta professores voluntários, alguns como os funcionários da Câmara Municipal receberam gratificação para ministrarem aulas nesta unidade escolar. Assim sucedeu até o final de 1997.

Em 1998, a direção propôs aos pais e aos alunos maiores de idade, uma contribuição (tipo caixa Escolar antigo) como forma de gratificar os professores com o salário mínimo vigente na época que era de R$ 100,00 (cem reais). E todos se prontificaram a auxiliar com R$ 2,00 (dois reais) para que a escola continuasse funcionando.só em 1999, a SEE iniciou um concurso como seleção de títulos para contratar monitores temporariamente a fim de suprir a coerência existente na instituição. Desde então, a Escola Rui Barbosa tornou rumo para melhora o seu ritmo de aprendizagem mesmo com toda dificuldade, a Direção sem a supervisora, esta não mais havia; os professores monitores empreenderam vários projetos pedagógicos que foram sucesso como: Ética e cidadania, a conta contaminação da água de Anadia, os presidentes Brasileiros simpósio de matemática e o concurso de literatura promovido pela parceria da Nestlé com o MEC.

Em 2000, por decreto do Sr. Governador nº 38.555 de 18/09/2000, toda Escola do Estado passaria a ser denominada pela expressão “Escola Estadual”. A partir desta data, a Escola passou a ter o nome que hoje vigora: Escola Estadual Rui Barbosa, apesar do seu cognome: “Grupo” devido à época da sua fundação.

E neste mesmo ano iniciou-se a preparação da gestão democrática, objetivo maior do governo do Estado na pessoa da secretaria de Educação Maria José Pereira Viana. Após várias capacitações e vários estudos sobre gestão democrática, a Educação p. Estadual é coroada com a 1ª constituinte Escolar, a elaboração da carta de princípios, a eleição dos conselhos escolares em todas as escolas seguindo a paridade nos seu 4 segmentos pai, aluno, professor e funcionário. O conselho Escolar desta escola ficou composto por 16 membros sendo que cada segmento são 4 pais, 4 alunos, 4 professores e 4 funcionários e 2 suplentes para cada segmento. A 1ª eleição foi em 2001, por voto direto, cada segmento, votava no seu segmento e a 2ª eleição foi 26/05/2003.

No ano 2001, houve a 1ª eleição para diretora e vice-diretora por voto direto em que foi eleita como candidata única pela chapa 1 – Margarida Elias Nobre de França e a vice-diretora Maria José Batista Vilela, apresentando a proposta: “Com trabalho e vocação fazendo a educação” na data 19/08/01 até Janeiro de 2004. Dessa data até Abril de 2006 assumiram por eleição indireta e voluntária as senhoras professoras: Vanilda Costa da Silva (Diretora) e Maria do Carmo Barbosa da Costa Melo (Vice-Diretora). A partir de 22 de Maio de 2006, por eleição direta assumiram Maria do Carmo Barbosa da Costa Melo como diretora e Maria das Dores Lima Palmeira como diretora adjunto, até meados de Junho de 2008.

A clientela do Rui Barbosa está caracterizada por 6% dos moradores dos povoados, sítios ou fazenda, onde mal saíram de uma escola mais precária ainda, sem biblioteca, sem professores habilitado, cansados da labuta diária condições econômicas baixímas, uma vez que a maioria dos pais trabalha no corte de cana, não possuem trabalho fixo, só no período da safra.

Em relação a faixa etária do corpo discente verificamos que varia de acordo com a série e noturno principalmente à noite em que a maioria é composta de adultos.

O corpo discente não possui aspirações porque não herdou das relações com a família noções verdadeiras de auto-estima em que norteiam a base do estudo, da saúde física e mental cultivando o emocional e o preparar na transformação do mundo que o cerca com criticidade, tenacidade, exercendo a sua cidadania com dignidade.

Outro fator importante para melhorar o desempenho são os hábitos de estudo que os mesmos não possuem nem a família os insista a isto tornando-os discentes despreparados para novos conhecimentos.

Suas emoções, aspirações enquanto educando são poucas, devido a realidade que os rodeiam, pois a maioria aspira apenas trabalhar e conseguir dinheiro suficiente para sustentar a família, independentemente de qual seu trabalho, os mesmos sentem-se excluídos da sociedade por pertencerem á classe mais baixa. A realidade dos pais de alunos da Escola Rui Barbosa justifica todas as dificuldades que são enfrentadas com seus filhos escola. São pessoas com baixo nível de escolaridade e, muitos deles analfabetos, cortadores de cana, agricultores, feirantes, caseiros de sítios.

A Escola Rui Barbosa composta hoje um número de aluno com uma freqüência assídua permanente em três turnos: matutino ensino fundamental com total de 307 alunos, vespertino ensino médio 339 e noturno ensino médio com total de 346 alunos tem o projeto saber com total de 225 alunos.

Esta Escola, no tocante ao espaço físico e as condições de funcionamento possui 10 salas funcionando precariamente como salas-de-aula, porém duas delas não são salas-de-aula.

A Diretora então passou a ser sala dos professores só a sala da secretaria continua a mesma com os arquivos morto e atual; a sala de multimeios em que usa-se: TV Escola, Vídeo Escola, sala de Leitura ou Banco de livros, Videoteca e laboratório de ciências, um almoxarifado, a cantina onde serve a merenda (não possui refeitório) e um anexo que é o depositório da merenda.

Há quatro banheiros: 2 masculino e 2 femininos, sendo ambos, os sexos na parte térrea e os outros dois no 1º andar; também há 2 pátios, um coberto na parte térrea e ou outro descoberto na parte de cima, sendo bastante pequenos para o número de alunos existentes.

Todas as áreas citadas, apesar de restritas e apertadas encontram-se em boas condições tanto na higiene como na conservação.

Esta instituição possui alguns equipamentos didáticos como: 2 vídeo, 2 DVD’S , 2 televisões, 2 som 1 acervo bibliográfico, um retroprojetor, 2 mimeógrafo, 1 cavalete, um laboratório de ciências, uma sala de informática, muitos cartazes pedagógicos, os alunos do 3º à 5ª ano utilizam-se muito da sala de leitura levando os livros emprestos; os professores do 6º, 7º 8º, 9º ano utilizam-se para os alunos os livros da coleção literatura e muita casa, para enriquecerem a sua prática de leitura e redação.

Pesquisas bibliográficas são feitas por todas as turmas de urnas em todas as disciplinas, porém não são realizadas pelos alunos do turno noturno, porque eles trabalham durante o dia, além de morarem distantes, nos povoados, sítio ou fazendas.

A educação é instrumento social, político econômico; não para produzir; de forma isolada, a mudança social, mas para que os sujeitos sejam inseridos no processo de mudança, a escola, comprometida com a aprendizagem necessita articular-se com a comunidade para que problemas que influenciam na organização escolar como: fatores sócio econômicos, falta de acompanhamento por parte das famílias, falta de relações entre as pessoas e torne a ação educativa frágil e efêmera. Porém mesmo em situações mais graves e negativas, o papel do educador é o de renovação, da superação e da construção.

A comunidade e escola envolvidas no processo educativo podem sempre mudar e mudar para melhor!

Há varias experiências de implementação do conselho escolar nas redes de ensino. Estas instâncias são importante espaço de mediação, de interlocução e de compartilhamento das decisões no interior da escola, contribuindo, para o processo de democratização da gestão escolar. O conselho escolar deve ter por principal meta desenvolver ações compartilhadas, contando com a representação dos diversos segmentos das comunidades local e escolar.

O conselho escolar deve ser atuante expressa o desenvolvimento nas escolas de uma cultura democrática e participativa. Suas ações vão desde participar na elaboração e acompanhamento do projeto pedagógico da escola até cuidar da transparência dos aspectos administrativos. Desse modo, cumprem um papel fundamental por aspectos do cotidiano escolar.

Para melhorar o desempenho do conselho escolar, conseqüentemente, a qualidade do ensino. O conselho escolar da Escola Estadual Rui Barbosa e com posto por 16 membros sendo que cada segmento são 4 país, 4 alunos, 4 professores e 4 funcionários e 2 suplentes para cada segmente.

Os conselhos de classe e série, enquanto colegiados responsáveis pelo processo coletivo de acompanhamento e avaliação ensino e da aprendizagem, organiza-se á de forma a: possibilitar a inter relação entre profissionais e alunos, entre turnos e entre séries e turmas;

Propiciar o debate permanente sobre o processo de ensino e de aprendizagem;

Favorecer a integração e seqüencia dos conteúdos curriculares de cada série / classe;

Orientar o processo de gestão do ensino. Os conselhos de classe e séries serão constituídos por todos os professores da mesma classe ou série e contarão com a participação de alunos de cada classe independente de sua idade.

O grêmio Estudantil funcionará de acordo com a Lei Federal nº 7.398 de 1985 garante a organização de grêmio estudantil como entidades autônomas para representar o estudante em qualquer escola pública ou particular do país.

O grêmio estudantil poderá solicitar um educador, em comum acordo com o grupo gestor e a diretoria eleita pelos alunos, destinado a orientá-los em busca da construção do caráter do exercício da cidadania dos educandos. As atividades do grêmio serão regidas por estatuto próprio, discutido e aprovado pelo conselho Escolar.

A sua Diretoria se comportaria de um presidente, um secretario, um tesoureiro, e chefes de departamentos, tantos quantos se fizerem necessários para atender a expansão do referido grêmio.

Em relação ao caixa Escolar, surgiu a partir da decisão do MEC (Ministério da Educação) no ano de 1995, através da FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação de enviar verba diretamente para a Escola Mediante a Formação do Conselho Fiscal e a Entidade Jurídica da Escola – UEX Unidade Executora. Partindo disso foi composta uma Diretora por aclamação na Assembléia, cujo presidente Nato era Diretor, atualmente o presidente, mas há 1º e 2º tesoureiros, 1ª e 2ª secretários, 3 conselheiros fiscais e 3 suplentes destes registrada e lavrada em cartório, nas agências bancária para abertura da conta com o CGC: 00.756.741/0001-05, mantendo reuniões periódicas para que os mesmos possam definir as prioridades: onde e como utilizar o dinheiro, elaborar as planilhas de licitação, o cheque é assinado pelo presidente e tesoureiro, os quais fazem a prestação de contas para a SEE.

Ao definir as ações, verificam que em 1º lugar estão a limpeza e conservação do prédio, os concertos e reparos, 2º lugar a aquisição de material permanente o capital, 3º lugar, a aquisição de material didático de consumo de expediente de limpeza. Há ainda a verba para o Ensino Médio.

Existe vários projetos com a participação de todos em feira de cultura, exposições e outras atividades. É desenvolvido com apoio da direção coordenação projetos culturais folclóricos com grande repercussão e apoio da comunidade resgatando um eixo cultural para que haja do educando um empenho maior envolvendo no âmbito cultural e social.

Quanto a formação acadêmica dos funcionários da escola, dois funcionários tem o magistério. Cinco superior incompleto, dois com estudos adicionais, catorze tem o superior completo, quatro estão cursando o superior, alguns com especialização e oito monitores com níveis superior, onze com fundamental incompleto, sete com ensino médio completo.

Os mesmos foram promovidos através do concurso estadual, ingressados na 2ª SEE enquadrados na Escola Rui Barbosa por motivo de haver carência, são promovidos a partir do momento em que os mesmo vão se reciclando através de capacitações e aumentando o seu nível de conhecimento. A área de Recursos Humanos da SEE possui todas as informações possíveis de cada funcionário efetivo e monitor desta instituição, para que os mesmos tenham respeitados seus pedidos de licença, as progressões na carreira no que se refere ao PCC (Plano de Cargos e Carreira).

No que se referem às questões sindicais todos os funcionários são sindicalizados, mas não existe uma participação ativa por parte dos professores nas questões que o envolve, uma vez que até então a escola não precisa recorrer aos seus serviços

 

Avaliação

O processo avaliativo implantado pela SEE está baseado na construção e reconstrução da ação educativa e deve ser emancipatório, mediador, democrático, contínuo, cumulativo, além de ser diagnóstico, processual e formativo de acordo com a sistemática de avaliação elaborada pelo órgão proponente SEE (Secretaria Executiva de Educação) em parceria com as demais coordenadorias e programas existentes na Secretaria Estadual.

A sistemática de avaliação foi implantada em todas as escolas da SEE a partir do ano de 2005, sendo exigido o acompanhamento através dos seguintes instrumentos: observação trabalho em equipe / grupo / dupla, trabalho individual, debate, painéis, seminários, provas escritas em dupla, prova escrita individual com ou sem consulta, auto-avaliação, tudo isso, ficando a critério do professor a escolha de quatro instrumentos para serem utilizados em cada semestre, portanto, o ano fica organizado em 2 semestres; no 1º semestre o aluno terá a pontuação: no Maximo 40 pontos (10 pontos por cada instrumentos), no 2º semestre, o aluno terá o máximo de 60 pontos ficando para cada instrumento 15 pontos.

O registro desses resultados se fará acompanhar pela promoção 100 pontos (máximo), 50 pontos (mínimo. Quanto à recuperação deverá ser: contínua paralela e final. Recuperação continua ocorre no desenvolvimento das aulas regulares no decorre das observações, análises e reflexão identificadas na própria aula ou quadro da utilização dos instrumentos avaliativos constituindo-se em intervenção imediata pelo professor. Já a recuperação paralela, será realizada ao longo do ano letivo, em horário alternativo para atender as dificuldades as especiais não superadas, devendo ser objeto de planejamento e de um trabalho diferenciado da sala de aula acompanhada pelo suporte pedagógico e assessorada pela direção da escola.

Quando á recuperação final deverá acontecer se: o aluno não obtiver anual igual ou superior a 25 pontos e freqüência igual ou superior a 75% da carga horária anual. A recuperação final independente do número de disciplinas que o aluno e a aluna não tenham conseguido superar as dificuldades de aprendizagem e será composta de: período de estudos (aulas presenciais) com carga horária mínima de 5% do total das horas anuais de cada disciplina, tendo como instrumento avaliativo: prova escrita valendo 10 pontos.

O PPP foi elaborado com todos os professores, o pessoal de apoio, diretor coordenador e enfim todo corpo docente da escola, colocando assim sua participação colaboração para que o plano fosse um sucesso e venha engrandecer no crescimento e nível educacional.

 

Considerações Finais

Concluímos que neste estágio de gestão escolar exige especialmente de uma boa administração, para que a escola alcance seus objetivos e coordenação pedagógica é exercida por profissionais legalmente habilitado, com cursos de licenciatura de graduação plena, indicado pelo diretor geral da escola. O coordenador pedagógico se reúne com os professores para a execução dos trabalhos escolares promovendo avaliação permanente do currículo de modo a torná-lo dinâmico visando o replanejamento das ações pedagógicas das ações propostas, participa da elaboração do projeto pedagógico da escola, participando do trabalho e da organização escolar envolvendo o conselho escolar no trabalho de extra classe, para que o mesmo interaja no contexto social.

O diretor não é apenas um chefe ele tem grande influencia na formação interpessoais, funcionaria, professores e assessores para que seja feito um trabalho integrado interagindo todos no desenvolvimento e progresso da escola. O Gestor é o articulador para que haja soluções viáveis para um bom desempenho na aprendizagem das crianças combatem a evasão e repetência.

Observamos no estágio que o diretor tem uma visão pedagógica em todas as suas ações usa sua autonomia para que o ambiente escolar tenha um desempenho de engrandecimento social, cultural.

A equipe pedagógica mantém um trabalho compartilhado em com competência e coletividade assumindo a responsabilidade e um bom desenvolvimento coordenador, professor e aluno para que juntos faremos, um trabalho integrado de desenvolvimento pedagógica envolvendo a criança no âmbito social em todas as festividades e datas comemorativas participando ativamente com apoio dos pais para que haja uma educação voltada para o contexto social que seu filho esteja apto a desenvolver como um bom cidadão tudo e qualquer tarefa que lhe seja designado e que o mesmo esteja apto a desenvolver no mercado de trabalho.

O gestor escolar faz uma boa administração com apoio da comunidade em geral procurando integrar. Todos os componentes da escola, tendo o apoio muito importante da coordenação pedagógica procurando desenvolver um trabalho bem elaborado com desenvolvimento de vários projetos, criando novas técnicas e envolvendo os profissionais da educação em capacitações pela inovar os trabalhos pedagógicos para que tenha uma educação de qualidade e um bom índice de aprovação onde envolve toda comunidade formando assim um trabalho integrado e participativo criando um vínculo social onde o educando esteja apto a desenvolver um papel importante como um bom cidadão e com um bom desenvolvimento e crescimento social, para o engrandecimento e progresso de uma nação.

 

Referências

Regime político pedagógico (PPP)

Regimento Escolar

Progestão.

Celeste da Silva Carvalho, Maria

Célia Bahia Silva, Ana

Gestão 1999 à 2000.