Relação Entre Alto Índice de Massa Corporal e Hipertensão Arterial
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1 INTRODUÇÃO

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença crônica que muitas vezes é assintomática, consiste na soma de fatores de risco modificáveis e não modificáveis que contribuem para o seu surgimento. Entre os fatores de risco modificáveis incluem estresse, vida sedentária, obesidade, falta de nutrientes, tabagismo, etilismo e pílulas anticoncepcionais. Entre os não modificáveis estão a história familiar, a idade, o sexo e o grupo étnico (CERCATO et al, 2000).
A HAS é definida como pressão arterial sistólica (PAS) maior ou igual a 140 mmHg e diastólica (PAD) maior ou igual a 90 mmHg em pelo menos duas tomadas em momentos distintos (LIMA et al, 2006).
Conforme estudos americanos (WHO, 1994), a prevalência de HAS aumenta progressivamente com a idade em ambos os sexos. Diversos estudos demonstram prevalência elevada de HAS também na população brasileira (WHO, 1994). De acordo com Mano (2007), estudos mais recentes demonstram prevalência de 26% da população geral adulta, variando conforme o estudo e a localidade pesquisada de 22,3 até 44%, conforme dados da última diretriz. Os seguimentos sociais mais pobres são os que possuem maior prevalência de HAS.
As causas da HAS variam tanto fisiologicamente, com o aumento da idade e consequentemente com alterações vasculares no envelhecimento, quanto socialmente, com um estilo de vida inadequado associando fatores como tabagismo, sedentarismo, diabetes e a obesidade, como citam Santos et al (2005).
A obesidade pode ser entendida como um desequilíbrio energético, ou seja, a energia ingerida é maior do que a energia despendida por um longo período de tempo. Uma pessoa é considerada obesa quando seu peso for no mínimo 20% maior do que o considerado ideal para sua altura. (HIPERTENSÃO..., 2006).
Embora não seja nova, a obesidade vem aumentando muito nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Apesar dos poucos dados epidemiológicos disponíveis, segundo a Organização Mundial de Saúde, nos Estados Unidos a prevalência da obesidade dobrou nos últimos 20 anos. Hoje, 30% da população têm sobrepeso, 15% são obesos e cerca de 3% obesos com muito risco (TRANSIÇÃO..., 2007).
No Brasil, há uma relevante diminuição da prevalência de desnutrição nos últimos 20 anos, em comparação com o notável aumento dos casos de obesidade, conforme dados do Ministério da Saúde (1993). Essa prevalência tem aumentado nas diferentes regiões do Brasil, acompanhando a tendência mundial.
Dados regionais de 1989 da Organização Mundial da Saúde apontam curva ascendente de sobrepeso e obesidade no Brasil. Levantamento do Ministério da Saúde, referente ao ano de 1993, demonstra que cerca de 15% da população adulta já se encontrava com sobrepeso, e 6,8% com obesidade.
A relação entre grau de obesidade e hipertensão arterial seguido de doenças cardiovasculares tem sido muito descrita na literatura (GIGANTE et al, 1997). Se por um lado a HAS é relacionada com hábitos de vida inadequados e outros fatores, a obesidade também tem sido associada a vários efeitos adversos à saúde do ser humano. A obesidade, especialmente do tipo abdominal ou visceral relacionado com o alto índice de massa corporal (IMC) se associa com outros fatores desencadeando um risco cardiovascular (GIGANTE et al,1997).
O IMC é uma medida simples e eficaz do grau de obesidade de um indivíduo, sendo muito utilizada para mensurar o nível de adiposidade em grandes estudos populacionais. Utilizando-se da fórmula Peso/Altura², identifica-se o IMC de qualquer indivíduo. Diversos estudos já demonstraram que quanto maior o IMC da população, associado a outros fatores como hipertensão arterial sistêmica (HAS), maior é a prevalência de fatores de risco cardiovasculares. (CERCATO et al, 2000).

1.1 Justificativa

O interesse em trabalhar diretamente com este tema decorre de uma grande preocupação com a porcentagem de obesos presentes no país e no mundo. Durante o desenvolvimento dos microcampos do curso de Enfermagem da PUC Minas Betim, observei que o alto índice de massa corporal (IMC) poderia desencadear uma hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica e consequentemente maiores riscos de doenças cardiovasculares. O interesse advém também a partir das leituras que realizei de vários artigos sobre o tema ao longo desse curso de graduação. Acredito que este trabalho contribuirá muito para mim como futuro profissional da área de saúde, pois sempre me identifiquei com as questões relacionadas à nutrição do individuo em si e principalmente às doenças que são acarretadas por esses problemas (alto IMC e prevalência de HAS). Além disso, uma grande contribuição deverá ser para a população, a qual estará participando do projeto e também as outras pessoas, pois o trabalho será divulgado no local da pesquisa de campo.

1.2 Objetivos

1.2.1 Geral

Verificar a relação entre alto índice de massa corporal (IMC) e hipertensão arterial sistêmica (HAS) em indivíduos obesos com idade entre 35 e 60 anos atendidos por uma Clínica de Fisioterapia de Belo Horizonte no período de 20/11/07 a 25/11/07.

1.2.2 Específicos

- Avaliar peso e altura dos indivíduos com idade entre 35 e 60 anos.
- Classificar os indivíduos com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25 kg/m².
- Conhecer sobre o diagnóstico prévio de HAS dos indivíduos que apresentarem IMC > 25 kg/m².

2 REVISÃO DE LITERATURA

Segundo Lima et al (2006), no diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) deve-se considerar, além dos níveis tensionais, os fatores de risco, a lesão de órgãos-alvo e as comorbidades associadas. O diagnóstico de HAS é basicamente estabelecido pelo encontro dos níveis tensionais permanentemente elevados acima dos limites de normalidade, quando a pressão arterial é determinada por métodos e condições apropriadas. Portanto, a medida da pressão arterial é o elemento chave para o estabelecimento do diagnóstico da HAS.
Há necessidade de extrema cautela antes de denominar um paciente de hipertenso, tanto pelo risco de falso positivo como pela repercussão na própria saúde do indivíduo. No caso de HAS constante, podem acontecer varias alterações, pois o coração desenvolve trabalho superior ao normal e pouco a pouco se torna insuficiente e encaminha-se para a descompensação. Reduz-se a função renal, podem surgir sinais de sofrimento cerebral, aterosclerose e, associada à obesidade, poderão acarretar sérios problemas cardiovasculares. Esses riscos cardiovasculares crescem notadamente com o Índice de Massa Corporal (LIMA et al, 2006).
Gigante et al (1997) salientam que a obesidade é fator de risco para hipertensão arterial, hipercolesterolemia, diabetes mellitus, doenças cardiovasculares e algumas formas de câncer. Na região sul do Brasil, a obesidade foi estudada como fator de risco para hipertensão arterial sistêmica, e os obesos mostraram um risco 2,5 vezes maior de apresentarem hipertensão, quando comparados aos indivíduos de peso adequado. Cercato et al (2000) encontraram diversos relatos nos estudos realizados em São Paulo entre 1997 e 1999 demonstrando uma nítida relação entre aumento do IMC e prevalência de HAS.
A avaliação de homens e mulheres participantes do estudo de Framingham, em um período de 26 anos revelou que a obesidade é um fator de risco para a ocorrência de eventos cardiovasculares, especialmente doença coronariana, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral, independente da idade, aumento da pressão arterial sistólica, níveis de colesterol, tabagismo, intolerância à glicose e presença de hipertrofia ventricular esquerda. O estudo de Manson também evidenciou a importância da obesidade como risco independente para doença coronariana em mulheres (CERCATO et al, 2000).
Ainda segundo Cercato et al (2000), por outro lado, a obesidade, especialmente do tipo abdominal ou visceral, se associa com outros fatores que contribuem para um maior risco cardiovascular. Hipertensão arterial, intolerância à glicose, hipertrigliceridemia com HDL baixo e hiperinsulinemia constituem a síndrome metabólica, que promove um risco aumentado de doença aterosclerótica.
De acordo com Santos et al (2006), o diagnóstico de síndrome metabólica é determinado por três ou mais das afecções citadas acima. Ela vem se tornando cada vez mais comum nos Estados Unidos, sendo considerada um fator tão importante quanto o tabagismo no desenvolvimento de doenças cardiovasculares prematuras.
A genética, o sedentarismo, o tabagismo, o ganho ponderal progressivo e uma dieta rica em carboidratos refinados, gorduras saturadas e pobre em fibras alimentares, contribuem para o desenvolvimento da síndrome metabólica, considerada um fator que promove aterosclerose e eleva o risco cardiovascular.
Resultados da maioria dos estudos epidemiológicos mostraram que a obesidade é um forte fator de risco independente para HAS. Quanto maior o grau de obesidade, maior é a prevalência dos componentes da síndrome metabólica (CERCATO et al, 2000).
Cervato et al (1997) concluiram que os fatores de risco por doenças cardiovasculares não podem ser eliminados, mas alguns podem ser modificados. Diversas investigações reforçam a importância de programas de intervenção, principalmente aqueles relacionados às mudanças no estilo de vida por meio de atividades educativas que envolvam todos os profissionais de saúde.
A equipe multiprofissional desempenha função importante nos diversos níveis de atenção à saúde, tanto assistencial como educadora, por isso cabe-lhe atuar de forma decisiva na identificação de pessoas portadoras de HAS associada à obesidade, a fim de conscientizá-las para prevenção de complicações (LIMA et al, 2006).

3 METODOLOGIA

3.1 Tipo de pesquisa

Tratou-se de pesquisa de campo e foi realizada com pacientes atendidos em uma Clínica de Fisioterapia em Belo Horizonte no período de 01/03/08 a 03/03/08.

3.2 Determinação das fontes e Cenário de pesquisa

As fontes foram coletadas através de artigos e livros selecionados para a realização do projeto. O cenário de pesquisa foi realizado na clínica de Reabilitação Física sito à Rua Viana do Castelo, 442, bairro São Francisco localizada em Belo Horizonte. A clínica possui atendimentos em ortopedia, neurologia e cardiologia, totalizando diariamente cerca de duzentos pacientes. Os participantes da pesquisa foram indivíduos com idade entre 35 e 60 anos. Posteriormente foram selecionados aqueles que obtiveram um IMC acima de 25 kg/m². Por conseguinte foram realizadas as entrevistas com cerca de 50 indivíduos.

3.3 Instrumento de Coleta de dados

Foram utilizadas entrevistas associadas a questionários simples e objetivos com os pacientes, de acordo com o modelo previamente definido no Apêndice A (Quadro 3) deste projeto. As entrevistas foram realizadas de acordo com um roteiro pré-estabelecido. Foram realizadas no mínimo 20 e no máximo 50 entrevistas em um intervalo de cinco dias.
Os pacientes selecionados foram submetidos a uma breve apresentação do projeto e posteriormente uma pequena abordagem sobre o tema proposto. Feito isso, os mesmos receberam o Modelo de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Anexo A) seguido de pequena explicação e somente então os questionários foram respondidos. Cada paciente participante recebeu uma folha contendo as perguntas sobre problemas cardiovasculares pessoais ou familiares, prática de atividade física e realização de dieta orientada.

3.4 Critérios avaliados para análise dos dados

Os dados foram analisados com clareza e objetividade, sempre obedecendo fielmente às respostas dos entrevistados para certificar a relação existente entre obesos (IMC > 25 kg/m2), conforme classificação de IMC preconizado pela Organização Mundial de Saúde de 1995 e 1997, e HAS. Foi utilizada a análise de conteúdo, onde podemos comparar as informações mediante coleta e concluir de acordo com as metas propostas no projeto, e à luz da literatura consultada ao longo de todo o estudo. Índice de Massa Corporal (IMC) é o indicador de estado nutricional calculado a partir da seguinte fórmula: peso atual (kg) / altura (m) 2. Os seguintes critérios de diagnóstico nutricional são recomendados para a população adulta, segundo GUIA, (2005):

Tabela 1. Classificação do estado nutricional de adultos segundo o IMC.


Fonte: Organização Mundial de Saúde (OMS), 1995 e 1997.

3.5 Preceitos éticos

O questionário foi realizado e entregue aos pacientes da clínica de Fisioterapia mediante apresentação de um Modelo de Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Anexo A), conforme Lei nº. 196/96 (BRASIL, 1996), conservando os preceitos da justiça, liberdade e da paz, como anseio e direito de todo ser humano, a partir da Declaração dos Direitos Universais do Homem.

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO

A amostra foi composta de 50 entrevistados, dos quais 30% (n=15) eram homens e 70% (n=35) eram mulheres.
O cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) mostrou que dentre os indivíduos pesquisados não havia nenhum dentro da faixa de normalidade, sendo que nos homens, 53,3% possuíam IMC entre 25 e 30 kg/m², 33,3% possuíam entre 30 e 35 kg/m² e 13,4% possuíam acima de 35 kg/m², e nas mulheres, 68,5% possuíam IMC entre 25 e 30 kg/m², 28,5% possuíam entre 30 e 35 kg/m² e 3% possuíam acima de 35 kg/m², conforme o gráfico 1.


Gráfico 1

Havia predomínio de homens e mulheres com IMC entre 25 e 30 kg/m², .
A ocorrência de HAS nos entrevistados foi maior entre os homens (60%, n= 9), do que nas mulheres (54,2%, n= 19). Observe no gráfico 2 que apesar da porcentagem ser maior nos homens o número absoluto foi menor, devido ao tamanho da amostra e sua distribuição por gênero (masculino/feminino).


Gráfico 2

Na amostra estudada, a prática de atividade física foi mais prevalente nas mulheres (74,2%, n= 26) do que nos homens (73,3%, n= 11), conforme o gráfico 3.


Gráfico 3- No grupo em estudo a realização de dietas com orientação profissional foi mais freqüente nos homens (33,4%, n= 5) do que nas mulheres (31,4%, n= 11), dados do gráfico 4.


Gráfico 4

A hipertensão arterial e o alto IMC foram mais prevalentes nos homens. A prática de exercícios físicos regulares foi mais freqüente nas mulheres e realização de dieta com orientação profissional maior nos homens.
Resultados da maioria dos estudos epidemiológicos mostraram que o aumento do Índice de Massa Corporal é um forte fator de risco independente para hipertensão arterial sistêmica, associadas ainda a uma má alimentação e ao sedentarismo (LIMA et al, 2006).
A realização de dietas com orientação profissional não tem uma associação direta e eficaz com a prática de exercícios físicos, pois a maioria dos homens e mulheres não associa exercícios físicos com dieta profissional.
Conforme Cercato et al (2000), quanto maior o grau de obesidade, maior é a prevalência dos componentes da síndrome metabólica.
Houve uma associação positiva entre o aumento do IMC e a Hipertensão Arterial, pois a maioria dos homens e mulheres pesquisados ou entrevistados possuía Hipertensão Arterial e todos os entrevistados possuíam IMC acima de 25 kg/m².
Independente da prevalência do alto IMC nos homens ou mulheres, sabe-se que o excesso de peso é um fator predisponente e agravante à hipertensão e um dos grandes problemas de saúde pública, por isso, uma vez estabelecido o diagnóstico de peso acima do saudável ou obesidade, as medidas adequadas para a reversão dessa situação deverão ser implementadas (CERCATO et al, 2000).
Segundo LIMA et al (2000), a prática de atividades físicas e um acompanhamento profissional quanto a uma dieta balanceada são de suma importância para a diminuição do Índice de Massa Corporal e o controle da Hipertensão Arterial. Porém, devemos sempre levar em consideração que as práticas de atividades físicas devem ser prazerosas para quem a realiza. Caso o individuo não tenha o hábito de prática de exercícios, devemos encontrar uma atividade que lhe dê maior satisfação e, caso não achemos esta solução, o mínimo que se recomenda são as caminhadas aceleradas de marchas regulares (a principio, todos os indivíduos podem caminhar, salvo alguma contra-indicação específica).

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Diante dos resultados obtidos, constatou-se a grande relação entre alto Índice de Massa Corporal (IMC) e Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), pois a grande maioria dos homens e mulheres possuía hipertensão e todos os entrevistados possuíam IMC acima de 25 kg/m².
Esses achados, somados a outros problemas, tais como sedentarismo e má alimentação, intensificam largamente os riscos de uma doença cardiovascular e de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Para uma redução satisfatória no IMC e na HAS são necessárias medidas que, utilizadas em conjunto, certamente proporcionará ao individuo maior qualidade de vida, bem como a diminuição necessária dos níveis de massa corporal e de pressão arterial. A prática de atividades físicas, associadas sempre a uma dieta com orientação profissional e relacionadas também a outros fatores tais como tabagismo, etilismo, hábitos de vida, certamente será a medida preventiva e reducional contra esses males.
Para isso é necessário uma intervenção de uma equipe multiprofissional, que desempenha função importante nos diversos níveis de atenção à saúde, tanto assistencial como educadora, e será de suma importância para atuar de forma decisiva na identificação de pessoas portadoras de HAS e alto IMC, a fim de conscientizá-las para a prevenção de complicações, entre estas as doenças cardiovasculares e o AVC, entendendo que são complicações que podem acometer a faixa etária estudada, que seria de 35 a 60 anos.
Refletir sobre o papel do Enfermeiro na busca da prevenção e promoção da saúde é de fato relacionar a nossa profissão como de fundamental importância na redução dos agravos. A Enfermagem nesse âmbito possui ferramentas essenciais no combate a esses problemas, sempre com o apoio irrestrito das outras profissões, para que o plano de ação seja realizado com inteligência e coesão.
Faz-se necessário uma orientação e conscientização impactantes, pois o avanço da obesidade no Brasil vem assustando estudiosos do assunto e deixando a população cada vez mais vulnerável a graves doenças, associada sempre à hipertensão arterial, a qual nem sempre é tratada pelos pacientes, pois, é uma doença silenciosa que mata.
Os profissionais de saúde precisam atentar para essa grande epidemia, planejando cuidados, ações e prevenções imediatamente, mostrando o grande problema que temos em mãos à população, que muitas vezes não é instruída, e quando é não vê o alto IMC e a HAS como uma ameaça à sua vida.

6 REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei 196 de 10 de outubro de 1996. Institui as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas envolvendo Seres Humanos. Conselho Nacional de Saúde, Brasília, 14 de janeiro de 1987.
CERCATO, Cíntia et al. Risco cardiovascular em uma população de obesos. Arquivo Brasileiro de Endocrinologia Metabólica. São Paulo, 44/1; págs 45-48, 2000.
CERVATO, Ana Maria et al. Habitual diet and cardiovascular disease risk factors. Revista de Saúde Pública. São Paulo,  v. 31,  n. 3,  1997.  Disponível em: . Acesso em: 09 de abril de 2007. 
GIGANTE, Denise P. et al . Prevalence and risk factors of obesity in adults. Revista de Saúde Pública. São Paulo,  v. 31,  n. 3,  1997.  Disponível em: . Acesso em: 09 de abril de 2007.
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7 APÊNDICE

Apêndice A - Questionário direcionado aos pacientes

Questionário