Corantes e Flavorizantes
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Corantes e Flavorizantes


Corantes

Introdução

Os corantes são largamente empregados e com diversas finalidades, como por exemplo: anti-sépticos, quimioterápicos, agentes de diagnóstico, indicadores, reagentes analíticos e corretivos de cor.

A adição de um corante a uma forma farmacêutica tem finalidade estética, psicológica, de identificação ou como meio auxiliar na preparação de pós diluídos. Apesar destas substâncias não apresentarem quaisquer influências sobre as propriedades terapêuticas dos medicamentos, são responsáveis pela boa aceitação de muitos produtos. Desta maneira, verificou-se que as soluções incolores, normalmente são mal aceitas por crianças, as quais são particularmente atraídas pelos produtos corados em vermelho, azul ou violáceo. Por este motivo é que a muito tempo são utilizados os corantes em numerosas preparações farmacêuticas, sejam elas líquidas, sólidas ou de consistência pastosa, com exceção dos colírios, errinos e injetáveis.

Por todas essas razões existem muitos estudos sobre a coloração, não apenas no aspecto publicitário, mas de um modo geral. Esses estudos revelaram que algumas cores têm efeito estimulante ou excitante, enquanto outras são consideradas calmantes na maioria dos indivíduos.

Os corantes utilizáveis podem de ser de origem natural ou sintética, sendo estes últimos os mais empregados na coloração aquosa por apresentarem maior hidrossolubilidade. Porém todos esses produtos, ao serem utilizados em preparações farmacêuticas, devem ser submetidos a critérios de escolhas muito severos, pois muitos corantes, principalmente os de natureza sintética, apresentam-se extremamente perigosos ao organismo humano.


Propriedades

É evidente que a primeira qualidade a ser exigida de um produto destes é a de que seja absolutamente inócuo e desprovido de qualquer atividade fisiológica.

Além desta propriedade, que é de vital importância, os corantes a serem utilizados nas preparações farmacêuticas devem obedecer a determinados outro requisitos, os quais, não sendo verificados, em muitos casos podem ser a causa de inúmeras complicações do ponto de vista tecnológico. Sendo estes, em resumo, os seguintes requisitos:

  • Terem composição definida;
  • Serem hidrossolúveis;
  • Terem grande capacidade de coloração em concentrações mínimas;
  • Apresentarem estabilidade ao calor, luz e tempo prolongado de armazenamento;
  • Serem estáveis a variações de pH e em presença de agentes oxidantes e redutores;
  • Serem compatíveis com todas as substâncias que façam parte da composição do produto a corar;
  • Não possuírem sabor ou odor desagradáveis.

Porém são poucos os corantes que obedecem aos requisitos mencionados acima, fato que explica a pequena quantidade de corantes utilizados nas preparações farmacêuticas. Sendo a maioria deles influenciada pela presença de ácidos, agentes alcalinos, substâncias redutoras e oxidantes, ou ainda pela luz, sendo este ultimo o principal fator responsável pela instabilidade de muitos corantes. Por este motivo, os principais ensaios executados na análise dos corantes baseiam-se nas resistências dos mesmos face às radiações do espectro (determinando a ação de diversas fontes luminosas).

A estabilidade cós corantes pode ser estabelecida de acordo com a escala comportando oito termos, utilizando uma série de padrões de origem, adaptados por convenção internacional. Segundo a norma francesa NF-G-07-012, essa escala é a seguinte:

8 estabilidade excepcional

7 >>> excelente

6 >>> muito boa

5 >>> boa

4 >>> razoável

3 >>> medíocre

2 >>> fraca

1 >>> muito fraca

Os corantes amarelo-sol e a tartrazina apresentam estabilidade correspondente ao grau 5 da escala e o amarante uma estabilidade igual a 4, ao passo que a eritrosina e a inidigotina revelaram situar-se no último grau da mesma, fato que explica o motivo pelo qual seu emprego não é aconselhável.


Tecnologia do emprego dos corantes

A aplicação dos corantes constitui uma arte que apenas se aprende às custas de laboriosa experiência, pois não existem regras preciosas e detalhadas que regulam a sua utilização na prática.

Em princípio deve-se ter em mente que cada preparação a corar representa um caso especial que deve ser cuidadosamente estudado, pois somente desta maneira é possível escolher o corante mais compatível com as outras substâncias contidas na preparação, e assim, obter a coloração pretendida.

Na prática, é recomendável preparar uma solução-mãe do corante, que será utilizada anteriormente na quantidade necessária para a coloração de cada preparação. As soluções-mãe dos corantes devem ser renovadas periodicamente, pois com o passar do tempo podem sofrer alterações que promovem uma destruição parcial das respectivas cores, devendo ainda, serem conservadas ao abrigo da luz.

Por outro lado, o corante deve ser utilizado sempre na mínima concentração possível, a fim de evitar que o medicamento por ele corado manche irremediavelmente qualquer peça de roupa sobre a qual seja casualmente derramado. São as seguintes concentrações limites de corantes utilizadas em preparações farmacêuticas:

Natureza da preparação Concentrações limites de corantes
Emulsões pastosas 0,0005-0,001%
Emulsões liquidas 0,001-0,005%
Soluções 0,005%

Em última análise, pode dizer-se que a quantidade de corante a utilizar dependerá não só da intensidade da cor a obter como também da espessura do recipiente em que a preparação for acondicionada.

Além disso, deve-se levar em consideração as predileções por parte dos doentes para determinadas cores, e esse é o caso especial das crianças, a que já aludimos, a escolha do corante a utilizar em determinados casos está na razão de ordem psicológica.

Na realidade, a muito tempo que se estabeleceu uma intima associação entre determinados aromas e certas cores, daí resultando que tal binômio terá que ser rigorosamente observado, sob pena de a preparação ser mal aceita pelo paciente.

Assim, a hortelã-pimenta deverá estar sempre associada ao verde, ao sabor laranja um tom amarelo-laranjado, ao limão e a banana o amarelo, ao sabor morango, groselha, cereja ou vermelho, assim reservando-se apenas a liberdade e fantasia de coloração para aqueles produtos de sabor complexo e mal definido.


Incompatibilidade dos corantes

Outro aspecto muito importante relacionado ao uso dos corantes em preparações farmacêuticas diz a respeito às fórmulas em que sejam utilizados, de que resulta, geralmente, uma diminuição da coloração pretendida.

Como regra geral, pode dizer-se que os corantes básicos são incompatíveis com as substâncias orgânicas que, por ionização, originem íons negativos de grande massa. Assim é de se esperar que os sabões, taninos e corantes ácidos, por exemplo, possam originar precipitados com os corantes básicos, apesar de que, por vezes, a reação seja relativamente lenta e tal incompatibilidade se manifeste, portanto, tardiamente. Do mesmo modo, os corantes ácidos podem ser precipitados por moléculas que, por ionização, originem grandes íons de carga positiva.

Por outro lado, os derivados sólidos de muitos corantes ácidos e básicos, que são hidrossolúveis, podem ser insolubilizados se nas soluções existirem compostos capazes de provocar sua decomposição. Assim, em meio aquoso ácido, os fenatos e sais sódicos de ácidos carboxílicos são facilmente precipitados. Tal decomposição depende do pH da solução, ocorrendo mesmo em presença de sais de ácidos fortes e bases fracas, como os sais minerais de alcalóides e de aminas, por exemplo.

No entanto, os corantes ácidos sulfonatos, sob a forma de sais sódicos, são mais resistentes a esta decomposição. De fato, permanecem estáveis em presença de ácidos orgânicos ou de sais minerais de bases orgânicas, devendo-se este comportamento à força ácida dos referidos grupos sulfônicos neles presentes. Tais corantes só precipitam em pH muito baixo.

No entanto, os corantes ácidos sulfonatos, sob a forma de sais sódicos, são bastantes mais resistentes a esta decomposição. De fato, permanecem estáveis em presença de ácidos orgânicos ou de sais minerais de bases orgânicas, devendo-se este comportamento à força ácida dos referidos grupos sulfônicos neles presentes. Tais corantes só precipitam em pH muito baixo.

A tabela a seguir indica o comportamento de alguns dos corantes mais usados perante certos agentes que podem atuar sobre a estabilidade das respectivas cores nas soluções farmacêuticas a que tenham sido adicionados. Os compostos citados foram agrupados segundo a natureza química, a fim de tornar mais evidente a correlação existente entre estas e as alterações a que podem estar sujeitos a mercê da ação dos fatores considerados na tabela.


Flavorizantes

Introdução

O sabor agradável de um medicamento constitui uma das qualidades mais importantes deste, pois caso contrario, há sempre o risco da prescrição do médico não ser cumprida.

Por outro lado, o reflexo de náusea provocado por um sabor ou um cheiro que provoque repugnância pode modificar a secreção dos sucos digestivos, criando no organismo um estado anormal que dificulte a assimilação do medicamento. Por estes motivos, as preparações medicamentosas devem ser apresentadas ao paciente da forma mais agradável possível, sem obrigar este a ter que mistura-las com outros produtos, principalmente alimentos, para que seja possível sua ingestão.

Porém não é recomendável que qualquer medicamento deve apresentar um sabor agradável, pois preparações farmacêuticas agradáveis ao paladar, contento fármaco de grande atividade podem causar intoxicações acidentais em crianças, as quais atraídas pelo sabor dos medicamentos estejam sujeitas a ultrapassar a dose recomendada. Também para se evitar confusões que podem ser trágicas, nunca se deve usar na aromatização de um medicamento um aroma que lembre, um alimento.

A correção do paladar de um medicamento é uma operação difícil, pois depende de um conjunto de propriedades que são a causa, antes, durante e após a sua ingestão oral, de um complexo de sensações.

Essas propriedades representam estímulos que atuam ao nível dos sistemas sensoriais da região naso-buco-faringea, os quais originam as sensações gustativas e olfativas, além de outras que, no seu conjunto, são responsáveis pelos caracteres organolépticos de cada produto.

0s medicamentos apresentados na forma de solução são os que necessitam da utilização dos corretivos de sabor e odor, pois estão em contato imediato e direto com os receptores de aroma situados na cavidade oral. Os comprimidos não necessitam, pois normalmente são ingeridos com água o que geralmente é suficiente para evitar o sabor desagradável. No entanto, os comprimidos mastigáveis como certos antiácidos e vitaminas são edulcorados e flavorizados para ter melhor aceitação.

Para que se possa fazer a correção de aroma ou do sabor de um medicamento há necessidade de ter-se um conhecimento, ainda que rudimentar, dos medicamentos fisiológicos que intervêm naquela sensação.


Correção do paladar por incorporação de aditivos no excipiente

O problema da correção que mais freqüentemente se levanta ao farmacêutico é o de saber quais a substâncias edulcorantes ou aromatizantes que se deve adicionar a uma preparação para mascarar as características organolépticas dos seus princípios ativos.

A resolução para tal problema deve procurar-se não tanto na completa e total submersão do sabor que se pretende dissimular à custa de um agente corretivo em grande quantidade, mais deve consistir, de preferência, em escolher aquela substância que, pela sua qualidade de sabor, de aroma e de textura, originem, com o produto a corrigir, uma associação que se torne agradável ao paladar. A escolha das substâncias mais apropriadas à correção em vista pode ser guiada pela experimentação, técnica essa muito seguida nos EUA.

As substâncias empregadas com o intuito de mascarar odores e sabores desagradáveis característicos de alguns medicamentos são os flavorizantes, os quais são utilizados para aromatizar as preparações farmacêuticas.

Antes, porém, de citarmos os métodos utilizados para o disfarce dessas características organolépticas, vejamos, principalmente, quais as substâncias mais usadas na correção do sabor e aroma dos medicamentos.

1) Sucos de frutas e concentrados

A Farmacopéia Portuguesa IV descreve alguns sucos de frutas, como, por exemplo, de groselha, que podem ser empregados como aromatizantes.

A industria fornece, atualmente, uma grande variedade de sucos de frutas, na sua maioria na forma de concentrados, e alguns liofilizados, os quais podem ser utilizados para aromatizar ou criar um paladar em uma forma farmacêutica.

2) Águas destiladas aromáticas ou hidralatos

São produtos odoríferos obtidos pela destilação, em presença da água, de plantas contendo óleos essenciais.

As águas destiladas são preparações oficiais, que menciona, por exemplo, as águas destiladas de canela, de flores de laranjeiras e de hortelã-pimenta, entre outras mais.

3) Alcoolatos

São obtidos por destilação de drogas aromáticas em presença de álcool, após prévia maceração.

Estas preparações são conhecidas, também, pela designação de espíritos, tais como o espírito de açafrão, espíritos aromáticos, o espírito de melissa e o Espírito de terebintina. Os alcoolatos são estáveis, geralmente miscíveis com a água, mas contém grande porcentagem de álcool.

4) Tinturas e alcoolaturas

São preparados obtidos esgotando uma droga seca (tintura) ou fresca (alcoolatura) com álcool de concentração variável.

5) Extratos

São produtos obtidos por extração de uma droga por ação de um solvente adequado, seguida de uma concentração até eliminação parcial ou total do solvente.

Alguns destes extratos, como o de café, muito utilizados como agentes corretivos, são obtidos por ação da água e concentrados até consistências sólidas pelo processo de atomização ou nebulização.

6) Elixires

Os elixires utilizados como corretivos são doces e contêm álcool em proporção variável. Dentre estes produtos pode-se citar como exemplo o elixir aromático e o de alcaçuz.

7) Produtos químicos de composição definida

Trata-se de compostos naturais ou sintéticos, como aldeídos, cetonas e ésteres, utilizados geralmente para se obter sabores de frutas. A seguir indicamos alguns desses produtos, bem como o sabor que originam.

Sabor

Composto a utilizar

Amêndoas amargas

Benzaldeído

Anis

Anetol

Baunilha

Vanilina

Cacau

Cinamato de amilo

Canela

Aldeído cinâmico

Cerejas

Acetoacetato de etila

Cravo

Eugenol

Framboesa

Aldeído C20

Limão

Citral

Laranja

Aldeído decilico

Nozes

Butirofenona

Pêras

Acetato de amilo

Sasfrás

Safrol

Uvas

Antranilato de metilo

Vinho

Malonato de metilo, etilo e butilo

8) Essências

Trata-se de produto obtido de vegetais, por destilação em corrente de vapor de água, sendo constituídos, em grande parte, por compostos de natureza terpênica.

Mercê de sua composição química, as essências são susceptíveis a sofrerem auto-oxidação, alterando-se assim, com o tempo e por ação da luz, do ar e do calor.

Os óleos essenciais são, por vezes desterpenados, obtendo-se, assim, produtos de aroma mais fino, de melhor conservação e mais hidrossolúvel.

Em qualquer caso, porém, as essências são sempre pouco solúveis em água. Por essa razão, aparecem no mercado certos produtos, sob a forma sólida ou liquida, tais como a Polvaroma, Pharmarome e Plaressencias, que têm propriedade de serem dispersíveis na água mantendo-se estáveis.


Composição Química e Sabor

É difícil estabelecer uma correlação entre sabor e a composição química da substância.

Ácido

O ácido cítrico, tartárico, acético e alguns outros, apresentam o sabor ácido. Já o ácido bórico é amargo e o salicílico é doce.

Salgado

Só o cloreto de sódio é salgado puro. O brometo de sódio é salgado e amargo. Os sais de berílio e de chumbo são doces (o plumbato de sódio é salgado), os sais de Magnésio e de prata são amargos. Os demais são, simultanenamente salgados, doces, amargos etc.

Amargo

As aminas (anfetaminas), amidas (acetanilida) e outros como alcalóides (estricnina) são amargos.

Doce

O aumento do grupo de hidroxilas eleva o sabor doce; a sacarose é mais doce que a glicose devido à sua estrutura química. As lactonas (santoninas), glicósides (salicina), certas imidas (sacarina) e sulfanatos (ciclamatos) são intensamente doces. Dos 39 açucares e açúcares-álcoois de sabor doce, os hexóis e as hexoses são os mais doces, somente uma das 6 hexoses, a manose, é amarga.


Métodos utilizados para o estudo da correção do sabor

Os métodos empregados no estudo da correção do sabor dos medicamentos são estatísticos e todos eles se baseiam em provas efetuadas por um júri constituído por um número variável de elementos.

Os métodos conhecidos e praticados para o estudo da correção do gosto são os de Wright e Purdum.

1) Método de Wright

Os poderes corretivos relativos de vários xaropes para o sabor salgado do cloreto de amônio e do brometo de sódio e para o sabor amargo do sulfato de quinina, na técnica de Wright são adicionados a esses corretivos nas seguintes quantidades:

Brometo de sódio..................................................17 g%

Cloreto de amônio................................................. 1 g%

Sulfato de quinina................................................ 0,1 g%

As diferentes soluções são, depois, distribuídas ao acaso a grupos de provadores, por séries de 5 amostras, em frascos numerados, devendo cada classifica-las por ordem das suas preferências.

Á amostra escolhida em primeiro lugar atribui-se-lhe de 3 pontos, à segunda 2 pontos, à terceira 1 ponto e 0 pontos as duas ultimas.

Nos ensaios de Wright fez proceder entre 125 a 150 determinações para cada produto e em alguns casos o número de provas realizadas totalizou 600.

A tabela a seguir mostra a classificação dos excipientes, segundo Wright, para as referidas substâncias submetidas ao ensaio, ou seja, o cloreto de amônio, o brometo de sódio e o sulfato de quinina.

2) Método de Purdum

É baseado na comparação entre as concentrações limites que permitem avaliar um sabor ou aroma desagradável e o mesmo sabor em presença de um corretivo.

Para cada substância e cada corretivo, foram utilizadas duas series de soluções de concentrações crescentes da substância cujas características organolépticas se pretende corrigir, de tal sorte que cada uma difira da precedente na relação e 1 para 1,5. O número total de diluição para cada serie é de 10.

Essas soluções são feitas em água destilada e apenas a uma das series se adiciona o corretivo a estudar, na preparação fixa de 10%.

A diferença entre a diluição da série que contém o agente corretivo e da série sem corretivo é designada por poder dissimulante do excipiente ensaiado.

Cada agente corretivo é apreciado por 30 provadores e a média dos poderes dissimulantes é obtida pela diferença entre cada uma das médias encontradas para as duas séries de diluições.

Para estabelecer se as diferenças obtidas não são devido ao acaso, é realizado o calculo do erro padrão.


Discussão

A finalidade geral da utilização de corantes e flavorizantes na preparação farmacêutica visa uma melhora na apresentação levando em conta a coloração, odor e sabor, aumentando assim a sua aceitação no mercado consumidor. As formas farmacêuticas líquidas são as que mais se beneficiam pela utilização destes excipientes para melhora de suas características. Em segundo lugar os comprimidos mastigáveis, no uso dos corretivos de aroma e sabor.


Conclusão

Neste trabalho realizado para a disciplina de Tecnologia Farmacêutica e Cosmetologia, foi concluído que a utilização dos excipientes corantes e flavorizantes é de extrema importância, sendo realizada com a única função de melhorar as características organolépticas da preparação farmacêutica com o intuito de evitar a sua má aceitação pelo pacientes.


Referências Bibliográficas

ANSEL, H. C. – Farmacotécnica Formas Farmacêuticas e Sistemas Liberação de Fármacos, 6ª edição. Editora Premier . São Paulo .

HELOU, J. H. – Farmacotécnica , 1ª edição , Editora Artpress . São Paulo. 1975

PRISTA, L. V . N .-- Tecnologia farmacêutica , 3ª edição , Editora Fundação Calouste .