Conceitos de Metodologia Científica
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Conceitos de Metodologia Científica

São Paulo

2004


1. Introdução

Este trabalho aborda os conceitos sobre Metodologia Científica e tem por finalidade apresentar as definições dos itens que compõem a estrutura de uma pesquisa científica.

A dificuldade apresentada até o momento encontra-se nas diversas definições e interpretações de cada autor e/ou instituição. Sua importância está nos ensinamentos aos alunos que fizerem este trabalho, pois ler estes conceitos apenas no momento em que se pretende construir um projeto de pesquisa científica não fornecerá subsídios para a confecção de tal envergadura; é mister aprofundar-se no tema para que, ao realizar a empreitada em construir um Trabalho de Conclusão de Curso ou de uma Monografia, estejamos focados no assunto e as técnicas de metodologia científica venham agregar valor no seu desenvolvimento.

O método utilizado foi de pesquisa bibliográfica. Neste trabalho cada capítulo representará um item na estrutura do projeto e sua respectiva definição, abrangendo Introdução, Tema, Metodologia, Problemática, Pesquisa, Pesquisa bibliográfica, Pesquisa de Campo, Pesquisa de Laboratório, Justificativa, Objetivos, Conclusão e Referências Bibliográficas.


2. Introdução

A Introdução deve fornecer ao leitor a idéia do que será tratado no referido trabalho.

A seguinte definição (PIPA II, 2004, p.19) nos esclarece: "a introdução deve ambientar o leitor ao contexto do trabalho, antecipando-lhe o propósito do mesmo. Deve aparecer de forma clara e sucinta, deve responder as seguintes perguntas: a)De que assunto trata o trabalho? (tema); b)Qual ou quais os objetivos do trabalho? (isto é, o que se pretende demonstrar, qual a finalidade do trabalho); c)Qual ou quais os problemas que envolvem o assunto? (delimitações); d)Qual a importância – relevância – de se pesquisar o assunto?; e)De que forma foi elaborada a pesquisa? (métodos/instrumentos empregados); f)Sistematização do que será tratado em cada capítulo. Também é comum aparecer na introdução citação de autores e trabalhos de significativa importância. Contudo, não se trata de fazer, nesse momento, uma revisão bibliográfica. Geralmente se elabora a versão final deste item após o desenvolvimento do trabalho."

LAKATOS; MARCONI (2001, p.20) define que a introdução propicia indícios sobre os objetivos do autor e, geralmente, da metodologia por ele empregada.

ANDRADE (2003, p.93-94) nos fornece um esclarecimento maior sobre o que seja introdução como parte de um projeto científico: "nos trabalhos científicos, o conteúdo da introdução é o seguinte: a)anunciar o tema do trabalho; b)esclarecer, de maneira sucinta, o assunto; c)delimitar a extensão e profundidade que se pretende adotar no enfoque do tema; d)dar idéia, de forma sintética, do que se pretende fazer, ou seja, as idéias mestras do desenvolvimento do assunto; e)apontar os objetivos do trabalho; f)evidenciar a relevância do assunto a ser tratado."


3. Tema

O item num projeto de pesquisa nada mais é do que o assunto que será desenvolvido no projeto.

Segundo ANDRADE (2003, p.59), "geralmente, nos cursos de graduação, o tema dos trabalhos é sugerido pelo professor; contudo, sempre é bom lembrar que esta escolha deve ser feita segundo alguns critérios. Antes de mais nada, deve-se pesquisar a acessibilidade a uma bibliografia sobre o assunto, pois todo trabalho universitário baseia-se, principalmente, na pesquisa bibliográfica. Outros requisitos importantes são a relevância, a exeqüibilidade, isto é, a possibilidade de desenvolver bem o assunto, dentro dos prazos estipulados, e a adaptabilidade em relação aos conhecimentos do autor. Escolhido o tema, faz-se necessário delimitá-lo, ou seja, definir sua extensão e profundidade, o tipo de abordagem. Por exemplo: se for escolhido o tema - "Evasão escolar" - torna-se necessário especificar: a) onde? (no Estado? na Capital? em determinada região ou escola?); b) em que nível? (na pré-escola? no primeiro, segundo ou terceiro grau?); c) qual o enfoque? (psicológico, sociológico? ... )

Ainda de acordo com ANDRADE (2003, p.85-86), "a escolha do tema é fator de máxima importância, pois dela depende o bom êxito do trabalho a ser desenvolvido. Bons temas podem surgir de leituras realizadas, muitas vezes para outras pesquisas, ou de artigos de revistas e jornais; de conversações ou de comentários sobre trabalhos de colegas; de debates e seminários; de experiências pessoais ou da curiosidade sobre determinado assunto ou ainda das reflexões acerca de algum tópico abordado nas diferentes disciplinas do curso. A consulta a catálogos de editoras, fichários de bibliotecas, verbetes de enciclopédias ou de dicionários especializados oferece sugestões aproveitáveis para temas de trabalhos ou pesquisas. Muitas vezes, vale a pena fazer uma pesquisa exploratória, isto é, verificar se há possibilidade de elaborar um bom trabalho sobre determinado tema. Essa verificação começa pela bibliografia a respeito do assunto; é preciso pesquisar se há fontes fidedignas e de fácil acesso. Pode ocorrer que as fontes de pesquisa se constituam de livros raros, esgotados, de obras publicadas em outro idioma, de preço muito elevado e que não fazem parte do acervo das bibliotecas que podem ser facilmente consultadas. O acesso a uma boa bibliografia é requisito indispensável para a realização de um bom trabalho. O tema deve corresponder ao gosto, às aptidões ou à vocação e aos interesses de quem vai abordá-lo. Elaborar um trabalho sobre um tema que não desperta o interesse, que não corresponde ao gosto do autor, pode transformar-se em tarefa demasiadamente pesada. Quanto ao assunto, não deve ser fácil demais nem muito complexo, isto é, deve ser adequado à capacidade intelectual do aluno. Temas sobre os quais existam vários e exaustivos trabalhos devem ser evitados, pois corre-se o risco de repetir tão-somente o que já foi dito sobre o assunto. Acima de tudo, é fundamental que o assunto seja relevante, que seu estudo apresente alguma utilidade, alguma importância prática ou teórica. "Ainda que não se trate de trabalho original, mas de resumo de assunto, exige-se uma certa criatividade no enfoque do tema, ou seja, o trabalho deve ser apresentado de um ponto de vista original, trazer alguma contribuição nova, algo que ainda não foi dito a respeito do assunto." Finalmente, devem ser considerados os aspectos práticos, relativos ao tempo disponível para o desenvolvimento do trabalho e, se for o caso, os custos que englobam aquisição de obras indispensáveis, cópias reprográficas, ilustrações, trabalhos de digitação, etc.


4. Metodologia

É um conjunto de regras estabelecidas para a realização de uma pesquisa.

A determinação da metodologia a ser utilizada responderá às questões do tipo como ?, com quê?, onde ?, quanto ?. Possui os seguintes componentes: a)Método de Abordagem (engloba o indutivo, o dedutivo, o hipotético-dedutivo e o dialético); b)Métodos de procedimentos (histórico, comparativo, monográfico ou estudo de caso, estatístico, tipológico, funcionalista, estruturalista); c)Técnicas (observação direta intensiva – observação, entrevista - e extensiva – questionário, formulário, medidas de opinião e de atitudes, testes, sociometria, análise de conteúdo, história da vida, pesquisa de mercado); d)Delimitação do universo (enumeração de características comuns); e)Tipos de Amostragem (investiga parte da população).(LAKATOS; MARCONI, 2001, p.221).

É o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento (ANDRADE, 2003, p. 129).

O método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que permite alcançar o objetivo, traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista. (LAKATOS; MARCONI, 2001, p.83).

CRUZ; RIBEIRO (2003, p.33) nos ensina que, "genericamente, o método científico consiste em quatro práticas operacionais: a)Desenvolvimento do problema (definição e delimitação do problema): uma pergunta, por exemplo; b)Formulação de uma hipótese: a possível resposta para a pergunta com base em informações anteriores; c)Tomada de dados (informação): coleta de informações relevantes para responder a pergunta formulada; d)Análise e interpretação dos resultados: verificação se a resposta obtida é satisfatória. Se o resultado é satisfatório, a pesquisa é dada como concluída, até novo aviso. Do contrário, passa-se para a etapa seguinte: correção das hipóteses, teorias, procedimentos ou dados empregados na obtenção da solução incorreta - esse é, naturalmente, o começo de um novo ciclo de investigação."


5. Problemática

Enquanto o tema é uma proposição, até certo ponto abrangente, a formulação de problema é mais específica, pois indica exatamente qual a dificuldade que se pretende resolver.(LAKATOS; MARCONI, 2001, p. 126).

Segundo RUDIO (1978,p. 75) e penso ser esta a melhor definição, "formular o problema consiste em dizer, de maneira explícita, clara, compreensível e operacional, qual a dificuldade com a qual defrontamos e que pretendemos resolver, limitando a seu campo e apresentando seus características. Desta forma, o objetivo da formulação do problema da pesquisa é torná-lo individualizado, específico e inconfundível."

Questões, segundo SCHRADER (1974, p.20), que devem ser formuladas para verificar a validade científica de um problema: a)pode o problema ser enunciado em forma de pergunta ?; b)corresponde a interesses pessoais, sociais e científicos, isto é, de conteúdo e metodológicos? Estes interesses estão harmonizados ?; c)constitui-se o problema em questão científica, ou seja, relaciona entre si pelo menos dois fenômenos (fato, variáveis)? ; d)pode ser objeto de investigação sistemática, controlada e crítica ?; e)pode ser empiricamente verificado em suas conseqüências ?. (LAKATOS; MARCONI, 2001, p. 127).


6. Pesquisa

É o procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. Pesquisa é uma busca, uma procura, aprofundando-se neste conceito dizemos que uma pesquisa é um conjunto de atividades que tem por objetivo a aquisição de novos conhecimentos, ela deve ser planejada, desenvolvida e redigida seguindo as regras determinadas por uma metodologia.

Segundo LAKATOS; MARCONI (2001, p.155), a pesquisa é um procedimento formal, com método de pensamento reflexivo, que requer um tratamento científico e se constitui no caminho para conhecer a realidade ou para descobrir verdades parciais. O desenvolvimento de um projeto de pesquisa compreende seis passos:1)seleção do tópico a ser investigado; 2)definição do problemas; 3)levantamento das hipóteses; 4)coleta, sistematização e classificação dos dados; 5)análise e interpretação dos dados; 6)relatório do resultado da pesquisa.

RUIZ (1982,p. 48) define que é o método de abordagem de um problema em estudo que caracteriza o aspecto científico de uma pesquisa. A diferença entre os trabalhos de pesquisa dos cientistas e os dos estudantes universitários não deveria residir no método, mas nos propósitos. Os cientistas trabalham com o intuito de promover o avanço da ciência para a Humanidade ; os estudantes universitários ainda estão trabalhando para o crescimento de sua ciência. Ambos, porém, devem trabalhar cientificamente. Os estudantes trabalham cientificamente quando realizam pesquisas dentro dos princípios estabelecidos pela metodologia científica, quando adquirem a capacidade não só de conhecer as conclusões que lhes foram transmitidas, mas se habilitam a reconstituir, a refazer as diversas etapas do caminho percorrido pelos cientistas.

Existem diversas espécies de pesquisa científica, por exemplo, a pesquisa teórica, a exploratória, a aplicada, mas definiremos apenas as de campo, bibliográfica e de laboratório.

6.1. Pesquisa Bibliográfica

Todas as áreas científicas, independentemente de sua classificação, utilizam a pesquisa bibliográfica, daí a sua importância.

A bibliografia é a relação de obras consultadas ou citadas por um autor na criação de determinado texto. Segundo RUIZ (1982, p.58), "bibliografia é o conjunto dos livros escritos sobre determinado assunto ao longo da evolução da Humanidade. E a pesquisa bibliográfica consiste no exame desse manancial, para levantamento e análise do que se já produziu sobre determinado assunto que assumimos como tema de pesquisa científica."

6.2. Pesquisa de Campo

A pesquisa de campo é a observação com acuidade de um fenômeno ou objeto motivo do projeto de pesquisa. Consiste no exame atento dos fatos exatamente como eles ocorrem, na coleta de dados e nos seus registros de variáveis presumivelmente relevantes para posteriores análises. Este tipo de pesquisa permite estabelecer relações constantes entre determinadas condições (variáveis independentes: diversas condições antecedentes tomadas como relevantes para a ocorrência de determinado evento, é uma suposta causa) e determinados eventos (variáveis dependentes: fato, efeito, evento produzido pela presença ou ausência das variáveis independentes, é o efeito), que estão sendo observados e que serão comprovados ou refutados. Assim como a pesquisa bibliográfica, esta também não é experimental, são de simples observação controlada, pois o pesquisador não manipula as variáveis, não as isola, não provoca nenhum evento, mas observa e registra.

6.3. Pesquisa de Laboratório

A pesquisa de laboratório é experimental, ou seja, permite que o pesquisador manipule suas variáveis, isole-as ou provoque eventos passíveis de controle. Ele manipula as variáveis e controla uma a uma, tanto quanto possível, com o objetivo de determinar qual ou quais delas são a causa necessária e suficiente ao evento em estudo.

De acordo com RUIZ (1982, p.52), "significa reproduzir, repetir fenômenos dentro de um plano de modificações sistemáticas das variáveis independentes, relativos a determinados eventos, com o objetivo de descobrir as condições antecedentes responsáveis pelo evento subseqüente, ou efeito, ou variável dependente assumida como objeto de pesquisa."

A pesquisa de laboratório envolve três etapas: a) observação ( o fenômeno é observado e desenvolve-se a curiosidade em relação a ele); b) hipótese (são suposições que se fazem na tentativa de explicar o que se desconhece); c) experimentação (provoca-se o mesmo fenômeno várias vezes, registrando todas as possíveis situações de ocorrência e resultado relacionado a ele – medições); d) indução (a indução é o raciocínio que se serve de indícios para chegar a uma causa, parte-se do particular para se chegar ao geral, parte de dados particulares e constatados e infere-se uma verdade geral ou universal).


7. Justificativa

A justificativa é a causa, a prova ou documento que confirma a existência de um fato, a veracidade de uma proposição. Num projeto de pesquisa, a justificativa consiste na apresentação, de forma clara e sucinta, das razões de ordem teórica e/ou prática que justificam a realização do projeto.

Segundo GIL (1987, p.145), a justificativa deve indicar: a)o estágio de desenvolvimento dos conhecimentos referentes ao tema; b)as contribuições que a pesquisa pode trazer com vistas a proporcionar respostas aos problemas propostos ou a ampliar as formulações teóricas a esse respeito; c)a relevância social do problema a ser investigado; d)a possibilidade de sugerir modificações no âmbito da realidade abarcada pelo tema.

Ao redigir a justificativa, devemos esclarecer por que o tema foi escolhido, destacar a sua importância, citar ou referenciar os trabalhos realizados na área e, muito importante, chamar atenção para as contribuições que poderão advir da realização da pesquisa. Quando a pesquisa envolve agentes financeiros, a justificativa deverá ser mais cuidadosa e minuciosa, pois exigirão bons motivos para justificar o investimento. Por estas razões o pesquisador deve possuir boa parcela de criatividade e capacidade de convencimento ao redigi-la.


8. Objetivo

O objetivo determina o que vamos procurar e o que se pretender alcançar no projeto. Deve ser redigido de forma a tornar claro, ser explicado sem ambigüidade o problema apresentado. Indica o que é pretendido com o desenvolvimento da pesquisa e quais os resultados que se procura atingir. Normalmente responde às perguntas: por quê?, para quê? e para quem?. A apresentação dos objetivos varia em função da natureza do projeto, sendo que nos de pesquisa científica e naqueles de elaborados para fins acadêmicos, deve-se identificar claramente o problema, apresentar sua delimitação, bem como apresentar as hipóteses a serem testadas, se for o caso. Já nos projetos destinados à resolução de problemas mais práticos, como levantamentos, normalmente constam os objetivos gerais e específicos apenas.


9. Conclusão

A conclusão deve ser breve, exata, concisa, lógica, clara, não devendo ser confundida com síntese, que é a formulação e enunciação de crítica ou interpretação pessoal e subjetiva; a dedução lógica e objetiva dos fatos ou idéias apresentadas no projeto é que levará às conclusões. Deve ser fundamentada nos resultados e na abordagem auferida ao longo do projeto, deve também, reafirmar sinteticamente a idéia principal e os pormenores mais importantes já colocados em plena luz no corpo do texto. É a sinopse em que tudo se une e se completa, mesmo porque o leitor já estará preparado psicologicamente para ela. É a última fase do projeto que é apresentada sem ambigüidades em relação aos resultados finais.

Segundo CRUZ; RIBEIRO (2003, p.77), "a conclusão constitui-se na ligação de todo o conteúdo do trabalho. Além de conter uma organização lógica, resultante da integração das demais partes, pode conter as idéias pessoais do autor sobre o problema estudado., pode ainda apresentar propostas para mudanças e partir do diagnóstico realizado e das análises feitas no material coletado, porém não se permite a inclusão de novos dados."

Mais esclarecedor define ANDRADE (2003, p. 165), "consiste em uma síntese interpretativa da pesquisa, procede-se à revisão dos principais fatos e retomam-se as hipóteses a fim de verificar-se a confirmação ou rejeição. Na conclusão cabem sugestões para outros trabalhos, com novo enfoque, mais amplo, ou sobre assunto correlato."


10. Referência Bibliográfica

É a relação das obras consultadas ou citadas durante o desenvolvimento do projeto de pesquisa.

Segundo PIPA II(2004, p.20) "é o conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um documento que permite sua identificação individual".

Os itens básicos que deverão constar, por exemplo se for um livro, são: nome do autor, título da obra, número da edição, cidade de publicação, editora e ano de publicação.

Referência bibliográfica de acordo com a NBR-6023:2002 da ABNT: "as referências bibliográficas são as citações das fontes bibliográficas efetivamente utilizadas pelo autor. São numeradas seqüencialmente e organizadas alfabeticamente pelo sobrenome do autor e título da obra."

Se for necessário incluir qualquer documento sem menção do texto, deve-se constar de outro título que não seja o de referências bibliográficas e sim como obra consultadas ou bibliografia recomendada.

Exemplos:

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade, Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.

RUIZ, João Álvaro, Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1982.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2002.

CHIAVENATO, Idalberto, Os novos paradigmas: como as mudanças estão mexendo com as empresas. São Paulo: Atlas, 1996.

______, Recursos Humanos. Edição compacta, 7. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

MONTEIRO, Carmem Dias; VENTURA, Elvira Cruvinel; CRUZ, Patrícia Nassif, Cultura e mudança organizacional : em busca da compreensão sobre o dilema das organizações. Caderno de pesquisa em Administração, São Paulo, v.1, nº8, p.69-80, primeiro trimestre 1999. Disponível em . Acesso em: 06/04/2004.


11. Conclusão

A vasta pesquisa bibliográfica permitiu-nos adquirir conhecimento extraordinário sobre as várias formas e técnicas para formatar um trabalho científico.

O nível de detalhamento é imenso, por isso o autor deverá, antes mesmo de iniciar seu projeto, ter no mínimo uma noção das técnicas de Metodologia Científica para que, durante o desenvolvimento da pesquisa, efetue as devidas anotações, sendo que no final, ao estruturar o item Referência Bibliográficas, por exemplo, não deixa de acrescentar informações valiosas.

Quanto aos demais itens, servirão para elucidar e direcionar a pesquisa para que não se perca o foco e nem o objetivo.

Desta forma concluímos que a Metodologia Científica é um norteador, um guia ao percorrermos o árduo caminho de criar um trabalho com valor científico e, principalmente, com qualidade e respeitabilidade.


Referência Bibliográfica

ANDRADE, Maria Margarida de, Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos de graduação. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

CRUZ, Carla; RIBEIRO, Uirá, Metodologia científica: teoria e prática. São Paulo: Axcel, 2003.

GIL, Antonio Carlos, Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1987.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade, Fundamentos de metodologia científica. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.

RUDIO, Franz Víctor, Introdução ao projeto de pesquisa científica de dados. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1979.

RUIZ, João Álvaro, Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. São Paulo: Atlas, 1982.

SCHRADER, Achim, Introdução à pesquisa social empírica: um guia para o planejamento, a execução e a avaliação de projetos de pesquisa não experimentais. Porto Alegre: Globo, 1974.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e ampl. São Paulo: Cortez, 2002.

UNIVERSIDADE PAULISTA. Manual de orientação sobre as atividades previstas no Programa de Iniciação às Práticas Administrativas II – PIPA II. São Paulo: Curso de Administração de Empresas, 2004.